Cães e direção: os perigos de dirigir com o totó no colo
Seguradora de saúde animal adverte que apenas 20% dos donos utilizam alguma forma de proteção para seus pets durante passeios de carro
Crédito: Flickr/ CC – visual.dichotomy
De acordo com seguradora de saúde animal VPI Pet Insurance, tem se tornado cada vez mais comuns acidentes causados por bichos de estimação no trânsito. Para piorar a situação, nesses casos, tanto o dono quanto o bichinho acabam seriamente machucados. Estima-se que apenas 20% das pessoas utilizem cinto de segurança ou assento específico para pets, o que aumenta ainda mais as chances de um acidente de carro.
Confira a seguir as principais ameaças que podem surgir ao longo de uma viagem de automóvel e algumas dicas de segurança dadas pela veterinária Debra Primovic.
Crédito: Flickr/ CC – Matt Cornwell
Problemas oculares – Alguns cães têm o costume de colocar a cabeça para fora da janela com o carro em movimento. Isso, além de ser perigoso, já que um outro automóvel ou moto pode bater no animal, sujeiras e ciscos podem entrar nos olhos do bichinho, causando inflamações e até úlceras oculares.
Airbags – Caso ocorra uma freada brusca, os airbags são os responsáveis por evitar que os seres humanos se machuquem no painel, porém, o mesmo não ocorre com os pets. O dispositivo pode causar sérios danos aos cães. É por isso que já existem assentos exclusivos para os totós, que devem ser adaptados no banco de trás.
Distrações – Os cães distraem os motoristas, por mais quietinhos e comportados que eles sejam. Se forem agitados, provavelmente, pularão do banco da frente para o de trás a todo momento. Alguns animais, inclusive, gostam de ficar junto às pernas do dono, ou debaixo do banco, prejudicando a movimentação dos pedais. Já os mais quietinhos podem deixar os donos intrigados e curiosos, fazendo-os olhar a todo instante no banco de trás para saber o que o pet está fazendo.
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