segunda-feira, 30 de maio de 2011

MORTE ABSURDA DE PEIXES NAS FILIPINAS

Mais de 800 toneladas de peixes aparecem mortos em lago nas Filipinas

30 de maio de 2011

Cerca de 800 toneladas de peixes foram encontrados mortos neste domingo (29) em um lago perto de Manila, capital das Filipinas. Segundo as autoridades, o aumento da temperatura da água provocada pela atividade do vulcão Taal foi a causa das morte.
Foto: Divulgação
De acordo com o Escritório de Pesca e Recursos Aquáticos, desde sexta-feira os peixes tem aparecido flutuando em cinco povoados localizados nas margens do lago Taal.
Um representante do governo, Rose del Mundo, disse que a morte dos peixes começou na semana passada, mas que havia diminuído. Segundo del Mundo, a mudança de temperatura, especialmente por ser esta uma estação chuvosa, iniciada depois um forte verão, os níveis de oxigênio no lago esgotou.
O Instituto de Vulcanologia e Sismologia das Filipinas declarou o alerta 2 em uma escala de 5 a atenção no vulcão Taal, em atividade desde abril.
Fonte: SRZD

SERIAL KILLERS DE ANIMAIS

Serial killers de animais: o que fazer com essas pessoas?

30 de maio de 2011

Foto: Divulgação
As pessoas estão acostumadas a ler notícias e ver seriados de TV sobre investigações policiais de assassinos em séries de humanos, mas e os serial killers de animais?
Existem casos no mundo todo. Um exemplo são os 40 cisnes mortos por humanos em Somerset, Inglaterra, nos três primeiros meses deste ano. Há dez dias, quatro homens foram presos por atirar em oito gansos. E na semana passada, um homem foi preso na Inglaterra por matar um ganso com uma arma.
Outra vítima constante na Inglaterra são os gatos. Contudo, desde 1980, centenas, talvez milhares de cavalos foram golpeados, mutilados e (pasmem) abusados sexualmente naquele país. Até um pônei foi violentado sexualmente e depois esfaqueado até a morte.
Quando não há testemunhas, estes casos dificilmente são resolvidos. “É complicado quando se tem apenas o animal morto e nada mais para continuar”, diz a promotora Andy Shipp.
Os oficiais de polícia geralmente seguem os procedimentos comuns. Na cena do crime, eles tiram fotos e tentam recolher evidências forenses a procura de impressões digitais e amostras de DNA. Ela se lembra do caso de uma vaca que foi encontrada viva com uma flecha atravessada em sua cabeça. Os investigadores encontraram DNA em outra flecha que havia sido largada no campo e identificaram um jovem, que foi preso.
Um exame post-mortem é conduzido por um veterinário para determinar a causa da morte, apesar de não averiguarem detalhes como, por exemplo, qual veneno teria sido usado. Os policias batem de porta em porta em busca de testemunhas e, se tudo falha, eles fazem um apelo por meio da imprensa. Em casos extremos, como o dos cisnes de Somerset, a Sociedade Real pela Prevenção da Crueldade Contra Animais (tradução livre para Royal Society for the Prevention of Cruelty to Animals – RSPCA) trabalha lado a lado com a polícia.
A RSPCA também tem uma unidade de operações especiais, com técnicos forenses. De acordo com o superintendente da unidade, Barry Fryer, a ciência forense está sendo cada vez mais necessária. “Se um homem tem sangue de texugo em seus jeans nós podemos comparar com o do animal da cena do crime”. Terra nos sapatos também pode ligar alguém ao local do crime, assim como pólen.
Mas a maioria das investigações não usa alta tecnologia, diz o investigador da RSPCA, Simon Evans. “Nós apenas esperamos que o assassino tenha cometido um erro e deixado DNA para trás. Quando conseguimos que alguém nos dê qualquer informação é uma grande sorte”.
Em 12 anos, ele acredita ter conseguido prender uma dúzia de pessoas. A maioria dos crimes fica sem solução. Além disso, a pena máxima para os acusados de crueldade animal é de seis meses. A motivação para tanta crueldade nem sempre é clara, mas muitas vezes os culpados são fazendeiros descontentes ou jovens. Dados de 2009 mostram que, na Inglaterra, naquele ano, 32 aves de rapina foram mortas a tiros e 81 envenenadas.
É uma pena que não haja uma equipe estilo CSI para caçar os culpados de tanta crueldade, afinal, ao contrário dos seres humanos, os animais têm poucos ou nenhum meio para se defender.
Fonte: Hypescience

HOMEM É CONDENADO POR AGRESSÃO A CÃO

Homem é condenado por crime de maus-tratos após golpear cão de vizinha

30 de maio de 2011

Por Danielle Bohnen  (da Redação)
Foto: Imagem ilustrativa/ stock.xchng
Cesar Dinamarca Torres se irritou com o cão da vizinha, de 3 meses, pois alegou que havia entrado em sua casa para comer o alimento de sua cachorra, em Lautaro, no Chile. O homem pegou um pedaço de pau e golpeou o animal com extrema crueldade, causando lesões na coluna e nas patas traseiras.
Depois pegou o corpo do animal e o lançou no meio da rua. A atitude cruel comoveu os moradores da região, que denunciaram o fato à polícia. De acordo com a rádio BioBio, o fato ocorreu há um mês e meio.
Esta semana, de acordo com a investigação do fiscal de Lautaro, Jaime Rojas, informou que çesar Dinamarca deverá cumprir pena de reclusão noturna e pagamento de multa por maus-tratos contra animais.
Rojas explica que a pena imposta ao condenado vai aumentando dependendo do caso, como existiu extrema violência, ficou acordado 250 dias de presídio.
A reclusão noturna deverá ser cumprida por Dinamarca das 10 da noite até às 6 da manhã, na prisão de Lautaro.

GUARDA RESPONSÁVEL EM CATANDUVA/SP

Projeto de Guarda Responsável é realizado em Catanduva (SP)

30 de maio de 2011

Ter um animal em casa requer muito cuidado,
atenção e responsabilidade por tempo indeterminado.
Professores e funcionários da escola EMEI Profª Albertina Diogo Spanazzi, de Catanduva, lançaram um projeto junto com as Secretarias de Educação e também do Meio Ambiente, no último mês, sobre Guarda Responsável de Animais.
O projeto tem o objetivo de conscientizar os alunos e a população do bairro Jardim Alpino em relação aos cuidados que um animal precisa.
Alunos da escola participam de atividades em relação ao Projeto. Foto: Dvulgação
De acordo com a professora Janaína Segreto Sala, a população de cães e gatos nos centros urbanos é cada vez mais crescente devido às gestações descontroladas de cães e gatos, principalmente de animais abandonados.
Ela afirma que nos bairros próximos à escola existe um grande número de cães e gatos abandonados, principalmente de filhotes que pessoas deixam em frente à escola ou simplesmente no lixo.
“Talvez por se tratar de uma comunidade carente existe a falta de informação e a situação da maioria dos animais nesses bairros é precária. A guarda responsável é a melhor alternativa para começar a combater o problema, reduzindo o número de animais abandonados nas ruas, pois muitos deles têm tutor, mas não recebem o devido tratamento e respeito”.
O projeto está sendo realizado na escola e nos bairros Jardim Alpino, Cidade Jardim e Monte Líbano.
A professora explica que estão previstas atividades dirigidas às crianças, como teatros, contação de histórias, passeatas, concursos e gincanas, além de atividades de conscientização dos pais e da comunidade, como palestras, exibição de documentários, panfletagem e colocação de faixas e cartazes com frases de conscientização e orientação.
Ela lembra que Catanduva conta com boas iniciativas do poder público e Organizações Não Governamentais no combate ao abandono, maus-tratos e controle populacional de cães e gatos.
“Em decorrência da gravidade do problema, é necessário maior atenção para com os animais abandonados e maior rigidez no que concerne à responsabilidade dos tutores desses animais”.
Existem muitos casos de abandono e maus -tratos de animais, os quais têm tutor, mas ficam soltos nas ruas e muitos acabam sendo atropelados. “Também presenciamos muito abandono de ninhadas. As pessoas parecem simplesmente não se importar com o sofrimento desses animais”.
A expectativa dos envolvidos no projeto é que a população atendida se conscientize em relação ao deveres do homem, animal e meio ambiente. “A proposta da escola é que a Guarda Responsável não seja uma campanha esporádica, mas sim uma prática de cidadania. Desenvolver a conscientização acerca do respeito aos animais beneficia diretamente estes, cujos direitos passam a ser conhecidos, encorajando o senso de responsabilidade”.
Acompanhe
As atividades do projeto já estão em andamento desde o início do ano e deve seguir até o mês de dezembro. Além disso, as atividades do projeto podem ser acompanhadas através do blog adoramosbicho.blogspot.com.
Associação
Catanduva também conta com a Associação Solidária aos Animais, a qual conta com voluntários que doam parte do tempo para cuidar de cães e gatos até que alguém os adote.
O advogado Davis Quinelato faz parte da Associação e auxilia em trabalhos jurídicos na Defesa dos Animais.
“Tenho onze anos de militância na questão da Defesa dos Animais. Lutei incansavelmente para que o Projeto de lei contra os animais não fosse aprovado na Câmara Municipal. O referido projeto previa o extermínio em praça pública de cães ou gatos que relutassem a serem presos pelo Centro de Zoonoses além de enviar animais para serem mortos em Faculdades de Medicina. Coordenei a Comissão do Meio Ambiente da OAB, onde lançamos o abaixo assinado pela despoluição do Rio São Domingos, iniciando uma ampla campanha do Governo Municipal na questão”.
Ele afirma que a campanha feita através da Escola é um marco inicial e deve despertar em várias pessoas o interesse pelo novo e principalmente pela maneira humanitária de respeito aos animais.
“Uma campanha que coloca faixa nas ruas, orienta as crianças a lerem e assistirem vídeo, além da caminhada, tem tudo para começar a mudar a consciência dos envolvidos”.
O advogado espera que o Projeto seja desenvolvido por todas as escolas do Município e afirma que poucas vezes teve a oportunidade de conhecer um projeto tão completo, tanto na forma organizacional quanto na prática.
“Só o fato de passar um dos filmes mais respeitados sobre guarda responsável, que é Fulaninho, o cão que ninguém queria, já demonstra assim a qualidade e dedicação dos mestres professores”.
Outra questão que chamou a atenção do advogado é a proposta de castrar algumas cachorras dos bairros ao final do projeto, ajudando no controle de cães. “Esse método é orientado pela Organização Mundial de Saúde, além é claro de trazer vários benefícios á saúde dos animais e evitar o nascimento desordenado”.
Responsabilidade
O advogado conta que a adoção de cães tem melhorado bastante em Catanduva, mas as pessoas ainda precisam estar conscientes sobre a importância da responsabilidade. “Enquanto os chamados tutores dos animais não se conscientizarem do ato responsável para com seus animais, seja em casa ou mesmo cavalos e vacas, ainda teremos que enxugar gelo por muito tempo. Catanduva precisa ter uma campanha por parte das autoridades de saúde de castração efetiva, somando-se a esse projeto, certamente seriamos exemplo nacional”.
Ele explica que muitas pessoas tratam os animais como se fossem meros objetos. “Esses dias tomei conhecimento de uma cachorra da raça pit bull que foi abandonada com seis filhotes e um saco de ração ao lado, próximo à Rua XV de Novembro. Constantemente nos deparamos com carroceiros chicoteando os cavalos em pleno sol escaldante e sem os cuidados mínimos básicos. Mas tenho esperança que o bem vença e as pessoas possam ser responsáveis em relação aos cuidados com os animais”.
Fonte: O Regional

CRESCE O ABANDONO EM SALVADOR/BA

Número de cães abandonados cresce em Salvador (BA)

30 de maio de 2011

Figuras típicas do cenário urbano de Salvador (BA), os cães de rua se tornaram um verdadeiro problema no bairro do Rio Vermelho. Atraídos pela comida dos bares e restos de peixes deixados pelas colônias de pesca, os cachorros abandonados são chegam à região.
De acordo com o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), Salvador possui cerca de 60 mil cães abandonados. A reivindicação da população do Rio Vermelho de retirar os animais do local, segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), não pode ser cumprida porque o CCZ não recolhe animais de rua, salvo a comprovação de alguma doença que coloque em risco à saúde pública.
No início deste ano, a ONG Célula Mãe realizou um mutirão de castração para cachorros que vivem nas imediações do Centro de Abastecimento do Rio Vermelho (Ceasa), Mercado do Peixe e Orla. Os cães foram recolhidos pela entidade e, após a cirurgia, acabaram devolvidos ao lugar de origem.
Sem a ação do poder público, o trabalho de resgatar os animais fica por conta de ONGs, que na maioria das vezes não possui condições de receber todos os animais encontrados. Um exemplo é o Abrigo São Francisco de Assis, o maior de Salvador, que cuida de aproximadamente 400 animais, entre cães e gatos, e possui altos gastos, com a compra de quase três toneladas de ração por mês.
Com informações do UOL

TENTATIVA DE PRESERVAÇÃO DE RATOS NA AUSTRÁLIA

Dezenas de ratos de espécie ameaçada são levados para o continente da Austrália

30 de maio de 2011

Por Danille Bohnen (da Redação)
Foto: Wikimedia Commons
O governo australiano transportou 39 ratos da espécie Leporillus conditor das Ilhas Franklina ao continente na tentativa de preservar a espécie ameaçada de extinção, de acordo com a imprensa local.
Os Leporillus, roedores da família Muridae, foram extintos na década de 30 da Austrália continental, por causa da introdução da prática da pecuária, assim, seu habitat foi reduzido ao arquipélago ao sul do país.
Os ratos viverão em uma área limitada no Santuário de Vida Selvagem de Mount Gibson, na Austrália Ocidental, para evitar que sejam atacados por predadores, segundo a rádio ABC.
O transporte dos animais foi realizado de barcos, helicópteros e aviões pequenos, neste mês e com muito cuidado para não causar estresse nos animais, explicou o biólogo David Amstrong. Inclusive uma das fêmeas deu à luz no caminho.
“Esses animais são muito propensos ao estresse e não gostam de ser manipulados por períodos muito longos”, disse Amstrong, “por isso os transportamos com rapidez em caixas com seus próprios ninhos e sua comida”.
A espécie se caracterizam por construir de forma conjunta seus ninhos, usando ramos de árvores e rochas de até um metro de altura.

O AQUECIMENTO GLOBAL E OS PÁSSAROS DO CERRADO

Estudo mostra que aquecimento global expulsará pássaros do cerrado

30 de maio de 2011

Com temperatura de até 40ºC, 38 espécies serão afetadas até 2099. Estudo é do Departamento de Zoologia da Universidade de Brasília.
Campainha-azul é um dos pássaros que pode emigrar. Foto: Agência UnB
Um estudo desenvolvido por professor do Departamento de Zoologia da Universidade de Brasília aponta que mudanças climáticas expulsarão, até 2099, 38 espécies de pássaros típicas do cerrado para o sudeste brasileiro.
A pesquisa da UnB levou em conta dados do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), que indicam que a temperatura do cerrado aumentará em média 3,5 ◦C até o fim do século.
Em algumas áreas do ecossistema, a temperatura nos períodos mais quentes ultrapassará os 40◦C. Com isso, revela a pesquisa, os pássaros terão que emigrar para áreas onde o clima seja mais parecido com o qual estão acostumados.
Fonte: G1