sexta-feira, 29 de abril de 2011

PINPOO SE MUDA PARA GUARAPARI/ES

Cão Pinpoo se muda para o Espírito Santo e recebe chip de identificação

28 de abril de 2011

Dispositivo colocado abaixo da orelha armazena
informações como nome, idade e vacinação


Cão engordou 1,5 quilo após ser encontrado. Foto: Arquivo Pessoal

Exatamente 41 dias após reencontrar dona Nair Flores, o cão Pinpoo mudou radicalmente de vida. O cachorro que se tornou celebridade nacional depois de desaparecer no hangar do Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, agora vive em Guarapari (ES), a 50 quilômetros de Vitória — 2 mil da capital gaúcha . Além de um novo lar, carrega abaixo da orelha direita um chip do tamanho de um grão de arroz.
Acompanhada por uma médica veterinária, a sequência de mudanças ocorreu em um único dia. Acomodado na mesma caixa de transporte que fugiu no início de março, Pinpoo deixou Porto Alegre às 12h45min da última terça-feira, em um voo da companhia TAM rumo a Vitória.
No aeroporto da capital capixaba, dona Nair o aguardava com uma representante da empresa que colocou o dispositivo no animal. O chip facilitará a identificação do cão caso volte a desaparecer — situação que Nair prefere nem imaginar.
Chip foi colocado no cão na terça-feira, em Vitória Foto: Arquivo Pessoal
Na primeira viagem após o traumático extravio, o cachorro reagiu bem. Desembarcou em Vitória ” com aquela expressão de felicidade no rosto”, na descrição da dona Nair. Quem sofreu mesmo foi a tutora. Ela viajou em outro voo, cerca de quatro horas antes.  “Ele chegou sem trauma, sem nada. Eu é que estava tensa, toda ansiosa”, conta.
Além da mudança geográfica, Pinpoo está fisicamente diferente, na visão da aposentada. O cão de um ano, completado no último dia 17, está com pelos brancos sobre a cabeça e engordou 1,5 quilo — quando encontrado depois de 14 dias desaparecido, pesava oito quilos; atualmente, está com 9,5.
Para Nair, os fios brancos são consequência do estresse vivido enquanto estava distante dela. “Meus cabelos ficaram ainda mais brancos com o sofrimento. E ele também ficou um pouco grisalho. Mas o importante é que agora está ainda mais bem tratado do que antes.”
Se Pinpoo mudou-se definitivamente para Guarapari, dona Nair ainda não. No início de maio, ela retornará a Porto Alegre — sem o cão. Permanecerá na Capital até a primeira audiência na Justiça do processo que move contra a Gol pelo extravio do cachorro, ainda sem previsão de data. Até lá, o cachorro ficará na companhia de sua mãe biológica, a Bianca. A cachorra mora com a filha de Nair.
Pinpoo completou um ano no último dia 17. Foto: Arquivo Pessoal
“É uma fase de adaptação. Pinpoo fica aqui com a minha filha. Ela mora ao lado do apartamento que vamos viver aqui. Nos próximos 10 dias, vamos ficar todos juntos. Assim, quando eu precisar voltar a Porto Alegre, ele já vai estar ambientado com a família da minha filha e não vai sentir tanto a minha falta”, explica a aposentada.
Chip armazena até histórico de vacinação
Pinpoo carregará o chip sob a pele para o resto da vida. O dispositivo armazena informações como o nome, a idade, o histórico de vacinação, entre outras. Se o cão voltar a desaparecer, o chip evitará que dona Nair o confunda com outro animal semelhante, como ocorreu no episódio do Salgado Filho. Contudo, a tecnologia permite apenas a identificação, sem rastrear os passos do animal.
“No desespero, eu fiquei em dúvida quando me apresentaram cachorros semelhantes. Quase fizemos o DNA de um deles. O chip evita esses transtornos”, justifica.
O dispositivo foi colocado sob a pele, na região do pescoço, abaixo da orelha. Uma espécie de agulha — idêntica à usada para coletar sangue — introduziu a tecnologia. Pinpoo não reagiu, segundo a sua tutora. ” Não sentiu nada, nem se mexeu.”.
Aliás, a condição imposta por dona Nair era que Pinpoo não sofresse. “Ele já sofreu demais. Agora é só felicidade no mar de Guarapari. “.
Fonte: Zero Hora

O TÁRTARO E O MAU HÁLITO

Tártaro é o principal responsável pelo mau hálito dos animais domésticos

28 de abril de 2011

É comum os tutores de animais reclamarem  do mau hálito de seus cães e gatos após brincadeiras e agrados. Segundo Amanda Sonnewend, veterinária da Vetnil, o principal motivo pelo mau hálito dos animais é a formação de tártaro em seus dentes. Ele está presente na dentição de cerca de 80% dos cães e gatos adultos.
Prevenção do tártaro exige escovação pelo menos quatro vezes por semana. Foto: Divulgação
Amanda diz que a formação de tártaro é um fator normal e se deve ao acúmulo de alimento nos dentes, já que dificilmente a higiene bucal dos cachorros é feita após as refeições.
A idade, a dieta alimentar e até a capacidade de defesa do organismo de cada animal também são fatores que influenciam o aparecimento e a quantidade de tártaro.
Prevenção
Para previnir a formação do tártaro é essencial que o tutor esteja atento a higiene e a saúde bucal do seu animal.  Deve-se abrir a boca e observar a coloração da língua, que deve ser vermelho vivo e toda semana o dono deve realizar a higiene bucal do seu cachorro. Segundo a veterinária Amanda, a prevenção do tártaro exige a escovação dos dentes dos animais diariamente ou pelo menos quatro vezes por semana.
Fonte: RPO

POLÊMICA NA DECISÃO DE RETIRAR GATOS DE PARQUE MUNICIPAL DE BH

Defensores dos animais reagem a decisão de retirar gatos do Parque Municipal de BH

28 de abril de 2011

A arquiteta Marimar Jordá-Poblet alimenta um gatinho (Foto: Reprodução/ Estado de Minas)
Depois da morte em janeiro de uma pessoa, atingida pela queda de um jatobá, atacado por cupins no Parque Municipal Américo Renné Giannetti, no Centro de Belo Horizonte, MG, os 150 gatos que vivem no local se tornaram alvo de polêmica: biólogos da prefeitura alegam que os felinos são predadores de pássaros e, sem as aves, cupins se proliferam e atacam troncos, galhos e raízes. A PBH estuda projeto para retirá-los do espaço arborizado, mas defensores dos animais decidiram reagir e marcaram para sábado uma mobilização geral em defesa dos felinos.
Representantes da Fundação de Parques Municipais, defensores de animais e voluntários que cuidam dos gatos no parque se reuniram para debater a questão. Estudo sobre os animais, elaborado pela bióloga Fabiane Niemeyer e pelo veterinário Leonardo Maciel Andrade, foi entregue à Comissão de Saúde Humana na sua Relação com os Animais, do Conselho Municipal de Saúde. Integrante da comissão e defensora dos gatos, a arquiteta e paisagista Marimar Jordá-Poblet destaca que o estudo parte de premissas errôneas, é incompleto e propõe medidas drásticas totalmente inadequadas para a solução do problema.
“A gente contesta alguns pontos desse trabalho da prefeitura e por isso entregamos o nosso parecer. Eles são predadores ocasionais de aves. Não podem culpar os gatos pela queda das árvores. E também ninguém se lembra dos benefícios dos felinos, como o fato de afastarem baratas e ratos, que representam um perigo para a cidade, ainda mais na região hospitalar”, lembra Marimar. Para a voluntária Jane Penna, se os animais saírem do local, certamente vão morrer. “Está parecendo uma coisa medieval. Não podem fazer isso. É um problema de ignorância mesmo”, desabafa.
No sábado, Jane, Marimar e outros admiradores dos felinos vão promover, a partir das 10h, uma manifestação no parque em defesa dos gatos. Também será criada a Associação dos Amigos dos Gatos do Parque Municipal Renné Giannetti.
O presidente da Fundação de Parques Municipais, Luiz Gustavo Fortini, informa que vai instruir grupo de trabalho com técnicos da área de biologia a analisar a questão e achar a melhor maneira de resolver a situação. “Ainda não foi descartada nem definida nenhuma solução. Dentro de 30 a 60 dias, teremos um aval sobre o estudo. Até lá, os gatos permanecem no parque”, esclareceu.
A favor
Boa parte dos frequentadores do parque é favorável aos animais. “O parque tem problemas mais sérios que precisam de soluções mais urgentes. Uma quantidade de maloqueiros anda por aqui e ninguém faz nada”, afirma o técnico em eletrônica Antônio Eustáquio, de 52 anos. A tenente Odinéia Siqueira, de 29, não vê relação entre a queda da árvore e os gatos e defende a permanência deles.
O fotógrafo lambe-lambe Francisco Xavier, de 70, há quase cinco décadas trabalhando no parque, acha um pouco ruim a presença dos gatos: “Se encontrarem um local melhor para eles, prefiro que os levem daqui”, explicou. Para o comerciário Robson Silva, de 49, os gatos são importantes para o parque porque assustam baratas e ratos e não acredita que eles sejam capazes de devorar pássaros. “Se eles forem embora, aqui vai ficar infestado de ratos”, comentou.
Fonte: Estado de Minas

ANIMAIS DO RIO DE JANEIRO PRECISAM DE TRANSPORTE

Animais resgatados de tragédia precisam de transporte no RJ

28 de abril de 2011

(da Redação)
Em São José do Vale do Rio Preto, no RJ, uma das cidades afetadas durante a chuva que atingiu a Região Serrana fluminense, o espaço que abriga os animais resgatados na tragédia está com os dias contatos. Tudo porque o local, o Clube Valverdão, será reativado no próximo mês e os mascotes não terão para onde ir.

Fox. Este lindão tem uns 4 anos e já está castrado. Foto: Divulgação
Porém, após o trabalho das veterinárias responsáveis aparecer n programa Lar Doce Lar, do Luciano Huck, na TV Globo, em rede nacional, no último sábado (23), a procura por adoção aumentou significativamente. Candidatos surgiram de todo país, porém, ainda há o desafio de transportar os cachorros e gatos para fora do estado.
“A adesão de pessoas foi muito boa, mas o custo do transporte, que chega a até R$ 500, desanimou a maioria das pessoas que me procuraram”, diz a veterinária Giselle Keller. Com isso, Giselle faz um apelo para parcerias do grupo com companhia aéreas e até a Força Aérea Brasileira.
“É uma emergência e temos o tempo curto. Não podemos abrir mão dos adotantes porque senão como vamos conseguir lares por aqui? Estou desde janeiro trabalhando para este fim, participando de feiras de adoção, porém, ainda temos em torno de 50 animais à procura de um lar”, resume Giselle.
Desde o início da campanha, o grupo dispõe do site http://sosanimaisdesaojose.blogspot.com para listar os animais para adoção. Interessados devem procurar Giselle são Cel: (24) 9238-0922 ou E-mail: giksouza@gmail.com ou Renata Cel: (24) 9258-0670 ou Fixo: (24) 2224-1410

A BUSCA POR ESQUILO NO AEROPORTO DE BRASÍLIA

Tutor de gato desaparecido em aeroporto de Brasília diz que falta segurança no transporte de animais

28 de abril de 2011

Gato Esquilo em foto do tutor, Maicon Faria (Foto: Arquivo pessoal/ Divulgação)
O tutor do gato que desapareceu em um aeroporto de Brasília, Maicon Saul de Faria, continua procurando pelo animal nesta quinta-feira (28). O gato conhecido como Esquilo, de dois anos e meio, sumiu na segunda-feira (25) por volta das 16h. O homem disse que está sendo bem amparado pela empresa responsável pelo transporte do animal, a Gol, mas reclama que falta segurança no transporte dos animais.
O tutor e o animal viajavam de Palmas (TO) para Campinas (SP). O voo fez uma escala em Brasília, local onde o gato fugiu. Segundo Maicon, o gato foi retirado do avião e colocado em um carrinho. Quando chegou ao segundo andar, ele conseguiu escapar e correu para o mato. O tutor do animal percebeu que o lacre de segurança da caixa onde estava Esquilo havia sido rompido.
O tutor do animal diz acreditar que ele deve ter fugido pela situação de estresse que a companhia submete os animais. Segundo Maicon, eles ficam protegidos apenas pela gaiola fornecida pelos proprietários, ficando expostos ao barulho dentro das aeronaves. De acordo com Faria, o animal tem feito muita falta. Ele conta que procura por Esquilo dia e noite e que tem descansado pouco.
Desde segunda-feira, Maicon está hospedado em um hotel em Brasília. Ele vai ao aeroporto diariamente em busca de notícias de seu animal. Ele disse que não viu mais o gato desde a fuga e recebeu a informação de que o bichano foi visto pela última vez no estacionamento do aeroporto.
Em nota, a empresa Gol, que transortava o animal, informou que está mobilizada para levantar os detalhes sobre o ocorrido e tomar as devidas providências. A companhia adianta que não mede esforços para prestar o atendimento necessário ao cliente.  Uma equipe da companhia ajuda nas buscas e dá suporte ao tutor do animal.
Fonte: R7

VEREADOR WAGNER FREITAS/PR INISITE EM RODEIOS EM GUARULHOS/SP

Vereador-caubói pode ir à Justiça para ter rodeios em Guarulhos (SP)

29 de abril de 2011

Quem imaginou que o acórdão que vetou a organização de rodeios por uma empresa de Cotia, publicado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) na semana passada, fosse esfriar os ânimos dos defensores da volta da modalidade às arenas de Guarulhos, pode começar a se preocupar.
O vereador-caubói Wagner Freitas (PR), autor de uma lei pró-rodeio, muito discutida nos bastidores da Câmara, não se intimida e promete a volta dos rodeios a Guarulhos em breve. “Mais da metade da Câmara (que hoje é contra) vai querer um ‘camarotinho’ para tomar ‘uisquinho’ (e acompanhar as provas). Eu te garanto”, diz em tom assertivo. As provas na cidade foram impedidas pela Lei 6.033/04, de autoria do vereador José Luiz Ferreira Guimarães (PT).
A despeito da fundamentação do desembargador da Câmara Especial de Meio Ambiente do TJ-SP, José Renato Nalini, em sua decisão de barrar eventos promovidos por Marcelo Chaddad Magoga, da organizadora de rodeios Doctor’s Ranch, em Cotia, Freitas afirma que não há embasamento científico que indique haver sofrimento de animais.
No acórdão, o desembargador destacou: “Aparentemente a humanidade regride. O homem do milênio, Francesco de Bernardone, que se tornou conhecido como Francisco de Assis, chamava todas as criaturas de irmãs. Em pleno século XXI, há quem se entusiasme a causar dor a seres vivos e se escude na legalidade formal para legitimar práticas cujo primitivismo é inegável”.
Freitas discorda e ataca o magistrado: “O cara (desembargador) é um desprovido de informação porque não existe prova científica de que (rodeio) cause dor ao animal”. O vereador ressalta que “existe uma lei federal (10.519/02) que regulamenta (os rodeios no país)” e que poderia ter entrado na Justiça contra a proibição imposta pela lei municipal.
“A Câmara aqui é inerte nesse assunto. Pode até fazer a lei, votou, provocou a discussão e a posição da Câmara é contrária. A Justiça me dá uma liminar a qualquer momento.” Em seguida pergunta para dar ele mesmo a resposta: “Por que não fez isso, Wagner? Porque eu quero submeter a Câmara a um julgamento”, disse.
O vereador Wagner Freitas iguala a violência dos rodeios à de esportes consagrados, como F1, futebol e boxe. Lembra do GP de Ímola (Itália), de 1994, quando um acidente causou a morte do piloto brasileiro Ayrton Senna e as várias mortes súbitas de jogadores e boxeadores no exercício da atividade. “É uma p…hipocrisia. Existe uma lei federal que regulamenta (tais esportes da mesma forma que o rodeio). Se a gente for fazer uma avaliação honesta não há o que se discutir.” Para Freitas, até os animais da Cavalaria da PM sofrem maus-tratos, pois ficam expostos a tumultos, trânsito, buzinas e agressões: “Você acha que isso não causa estresse ao animal? Eu chamo de idiota o cara que fica falando sem ver. Vai lá no rodeio ver como o animal é tratado. Vai lá na fazenda ver como o animal é transportado”, esbraveja.
Segundo ele, existe um estudo científico que demonstra que o ser humano projeta no animal as dores que sentiria. “É um sentimento chamado ‘antropomorfização’”, diz. Dá como exemplo a ordenha da vaca. De acordo com ele, o manuseio do animal para retirada do leite é feita com muita força. Se o mesmo movimento fosse feito em humanos, causaria dor, mas na vaca, afirma, não dói.
Do mesmo modo, garante, acontece aos cavalos nos rodeios. Indaga em tom de desafio: “Como você sabe que não maltrata o cachorro passar uma coleira no pescoço dele?”.
Além disso, assegura o vereador, o rodeio é tradicional em Guarulhos, pois existiam provas em algumas localidades, como no bairro de Bonsucesso. “Não se pode dizer que não há tradição da cidade.”
Fonte: Folha Metropolitana, por Ricardo Filho

PARQUE DE PORTUGAL RECEBE 3000 ANIMAIS RESGATADOS POR ANO

Parque recebe 3000 animais feridos ou apreendidos por ano, em Portugal

29 de abril de 2011

Cerca de “3000 animais feridos ou apreendidos” são entregues e tratados, todos os anos, no Parque Biológico de Gaia, sendo que “metade são devolvidos à natureza”, avançou hoje o administrador daquela estrutura. Nuno Gomes Oliveira explicou que os restantes 1500 “não têm recuperação possível e morrem ou ficam no parque, porque já não conseguem sobreviver no seu habitat natural”. Mesmo assim, agrega que “as pessoas estão mais sensíveis em relação à defesa da vida selvagem”.
O último animal resgatado foi uma gineta, solta hoje na Reserva Ornitológica de Mindelo, em Vila do Conde. Ele foi resgatado no dia 31 de Março, em Fornelo, também em Vila do Conde, depois de ter sido encontrado preso numa armadilha no interior de um galinheiro.
O Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR de Matosinhos foi alertado e encaminhou o animal para o Centro de Recuperação do Parque que procedeu aos devidos exames clínicos e à recolha de amostras biológicas. Desde então, esteve no núcleo de enfermagem recebendo cuidados para ser libertada.
A gineta é um animal selvagem, cujo aspecto exterior se assemelha a um gato grande, com pêlo amarelo ou grisalho. É um predador noturno que vive e caça de forma solitária. Está presente na maioria dos habitats mediterrânicos, como Portugal, Espanha e França.
A libertação foi promovida pelo Parque Biológico de Gaia, mas contou, em todo o processo, com o apoio da Câmara Municipal de Vila do Conde e o Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos (CIBIO).
Fonte: JN