quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

CACHORRO PELO CORREIO

Americana é presa após tentar enviar cão pelo correio

02 de fevereiro de 2011

Animal poderia ter morrido, segundo a polícia. Caso ocorreu em Minneapolis, no estado de Minnesota.
Stacey Champion tentou enviar um cão pelo correio. (Foto: Reprodução)
A norte-americana Stacey Champion, de 39 anos, foi presa em Minneapolis, no estado de Minnesota (EUA), depois que tentou enviar um cão pelo correio, segundo reportagem da emissora “WSB-TV”.
De acordo com o Departamento de Polícia de Minneapolis, a mulher pretendia enviar o animal para o estado da Geórgia.
Os investigadores disseram que os funcionários do correio fizeram perguntas usuais sobre o conteúdo da caixa, se havia produtos perecíveis, líquidos ou materiais perigosos. A mulher teria dito que “não”, mas alertou que o pacote era frágil e era para ter cuidado com ele.
Do lado de fora da encomenda, Stacy escreveu: “É para o seu 11 º aniversário. É o que você queria”. Ela também teria dito aos funcionários do correio para não se preocuparem se eles ouvissem sons vindos da caixa, porque ela continha um robô de brinquedo.
Os funcionários desconfiaram e abriram a caixa. Para surpresa deles, havia um cãozinho dentro dela. Segundo a polícia e o correio, o animal provavelmente teria chegado morto ao seu destino.
Fonte: G1

CÃES PARA ADOÇÃO EM ATIBAIA

Vítimas do preconceito

Cães adultos desabrigados em Atibaia (SP) ainda esperam por adoção

02 de fevereiro de 2011

Foto: Reprodução/Atibaia.com.br
Na semana passada foi divulgado o encerramento das atividades da tradicional Feira Permanente de Atibaia, em SP, e muitos animais encontram-se desabrigados. Os antigos comerciantes já foram retirados do local e, entre eles, diversos animais abandonados que viviam por lá. Sem o amparo e cuidados proporcionados pelos lojistas, os animais estão em abrigos provisórios e precisam agora de um novo lar. Felizmente, alguns dos filhotes já foram adotados. A situação mais preocupante agora é a dos cães adultos que encontram mais dificuldades para adoção.
A maioria das pessoas que pretende adotar um animal costuma optar pelos filhotes. No entanto, adotar um animal adulto pode ser muito mais vantajoso por diversos aspectos. Os cães adultos, muitas vezes, já sofreram alguma espécie de abandono e serão ainda mais gratos e fiéis ao novo tutor. O período de adaptação do cão adulto ao novo lar é menor do que o do filhote. O adulto dificilmente irá chorar durante a noite, destruir móveis, sapatos e objetos da casa. Os animais maduros são mais independentes e lidam melhor com  a situação de passar algumas horas sozinhos. No animal mais velho, é mais fácil detectar o perfil de personalidade. Os cães adultos possuem uma capacidade de assimilação maior e, ao contrário do que muitos pensam, é mais fácil educá-los a fazer as necessidades no local adequado. Eles tendem a fazer o máximo para agradar o tutor, em sinal de gratidão. Um cão adulto só precisa de amor e dignidade para tornar-se um grande companheiro, carinhoso e fiel.
Quem quiser conhecer os animais que viviam na feirinha e estão à espera de um novo lar pode entrar em contato com o Sr. Cassio pelo telefone (11) 4413-0902, ou na Casa de Rações Ohira, localizada na Rua Yunes Demétrio Sabrag, 140 – Jd. Alvinópolis.
A Feira Permanente de Atibaia, ou “feirinha”, localizada na entrada da cidade, fechou as portas após 40 anos de funcionamento. O terreno que era ocupado por estandes comerciais foi vendido a um grupo de investidores que deve construir no local um centro de compras, segundo informações da Prefeitura.

NÃO IMPORTA O QUANTO ELE GOSTA: NÃO DÊ CHOCOLATE PARA SEU CACHORRO!!!

Prevenção

Por que chocolate pode ser mortal para cães?

03 de fevereiro de 2011

Não adianta se deixar levar pelo rabo abanando e olhar guloso. Quando se trata de chocolate, o melhor é manter o doce bem longe de seu melhor amigo. Segundo veterinários, o produto contém teobromina e cafeína, dois estimulantes que podem colocar o corpo dos cães em perigo.
Para a intoxicação por chocolate chegar a níveis tão graves, é preciso considerar a concentração das substâncias no produto, a sensibilidade do cão a estimulantes químicos e o seu peso – um quadradinho de uma barra de chocolate terá mais efeito em um chihuahua do que em um são bernardo, por exemplo.
De acordo com o veterinário Greg Nelson, cem miligramas de teobromina e de cafeína por cada quilograma de um cachorro já são suficientes para ser letais. As diferentes concentrações dos estimulantes em cada produto, no entanto, podem dificultar a conta. Chocolates ao leite são menos perigosos do que chocolates puros, mas diferentes marcas também apresentam variações.
Os sintomas iniciais da intoxicação incluem salivação excessiva e dor de estômago, seguida de vômito e diarreia. A frequência cardíaca do animal também irá aumentar, e ele pode se tornar inquieto, nervoso e extremamente excitado – assim como uma pessoa sensível à cafeína quando toma muitas xícaras de café. Porém, uma frequência cardíaca irregular conduz a situações mais graves, como queda da temperatura corporal, letargia, espasmos musculares, convulsões e coma, levando à morte.
O grande conselho dos veterinários, portanto, é negar o chocolate ao seu cãozinho. “Melhor estar seguro do que arrependido”, conclui Nelson.
Fonte: HypeScience

PROCURA-SE: CHOW CHOW PERDIDA EM SÃO PAULO

Família procura cadela roubada junto com carro em SP

03 de fevereiro de 2011


O simples roubo de um veículo se transformou em um verdadeiro pesadelo para uma família da Zona Leste de São Paulo. O Peugeot 206 preto foi levado por três homens armados às 22h da terça-feira (1º) em frente da casa onde a família mora na Vila Matilde. Dentro do carro, estava o animal de estimação da família, uma cadela da raça chow chow, aquela de pelo bem felpudo e de língua azul, de 3 anos e que atende pelo nome de Hanna.
Segundo Francine Midori Maeda, o irmão foi abordado por três rapazes em duas motos quando se preparava para colocar o carro na garagem. “Colocaram a arma na cabeça do meu irmão. Acredito que eles não tenham visto a Hanna”, contou Maeda.
Desde a noite de terça-feira, a família não teve mais notícias do cão. “Nós tememos qualquer tipo de crueldade contra ela. Somos todos muito apegados a ela. É muito brincalhona, muito meiga, afável, não costuma estranhar ninguém”, disse, sobre o temperamento da cadela.
Devido a essa preocupação, a família decidiu divulgar pela internet um alerta sobre o desaparecimento com uma oferta de recompensa, para tentar obter informações sobre o possível paradeiro de Hanna. “Para nós, o que importa é o valor afetivo. Entendemos quem que quiser nos ajudar, não vai se preocupar com o dinheiro. Mas quem nos levar até a Hanna vamos conversar e ver um valor”, disse Maeda.
O objetivo é encontrá-la o quanto antes, já que Hanna sofre de alergia. “Por isso, ela faz uso contínuo de medicamento, para não cair o pelo e nem abrir feridas”, afirmou.
Quem souber de algo, favor entrar em contato: (11) 78709293 /7862-7846 / 99677602

LIVRO SOBRE AS VÍTIMAS DE 4 PATAS DO KATRINA



Livro traz a história dos cães vítimas do Katrina

Furacão devastou a região litorânea sul dos EUA, deixando milhares de desabrigados, incluindo cães e gatos

Quando a escritora Karen O’Toole foi a Nova Orleans um dia após a passagem do Furacão Katrina, em agosto de 2005, sua intenção era ajudar os milhares de animais vítimas da tragédia. Pouco mais de cinco anos se passaram desde então, e a norte-americana resolveu contar tudo que passou durante o tempo que esteve no local em um livro.
Em Orphans of Katrina a autora conta o drama dos animais que sofreram com o desastre natural e como os voluntários trabalharam para resgatar os pets. “Não havia eletricidade, então, tínhamos que trabalhar apenas até o sol se por”, contou à revista People Pets. “Precisávamos alimentar os animais, prestar-lhes socorro, cuidar de eventuais ferimentos e retirá-los das áreas de risco”.
O livro traz ainda histórias comoventes como a de um pequeno Chihuahua que foi encontrado paralisado, dentro de uma banheira, chorando por ajuda, ou ainda a de um cão chamado Allen, que se negou a sair da esquina onde foi abandonado por seu dono, nem mesmo por comida.
Para Karen, a intenção de sua obra foi mostrar o amor incondicional e sincero de muitos cães que foram abandonados. Ela quis contar ainda sobre os esforços pouco divulgados dos volunários na tragédia que ela tem como “o maior resgate de animais da história”
Para os interessados o livro pode ser encontrado em inglês na Amazon por a partir de 11,99 dólares. Ainda não há previsão para o lançamento da obra em português.

MONTY ROBERTS: DOMA SEM VIOLÊNCIA

Brasil recebe o criador da técnica de doma racional de cavalos no aniversário de cem anos da Hípica Paulista


Monty Roberts defende comunicação sem violência com os animais
Mariane de Luca l Jacareí (SP)Atualizada às 21h29min

Gestos, olhares, sons, sintonia: aos 75 anos, um norte-americano mostra que o segredo de um bom cavaleiro não está na melhor técnica, força, ou muito menos na violência. Essa é a tese de Monty Roberts, o encantador de cavalos que há décadas inspira treinadores ao redor do mundo.
Em março, os brasileiros vão ter a chance de vê-lo de perto, em ação, em um show especial para comemorar os 100 anos da Hípica Paulista. É a primeira vez que o Brasil foi incluído em sua turnê mundial.
Como pode um homem montar e guiar um animal de 400 quilos? O segredo está em coisas simples, como comunicação, sintonia e respeito. Pelo menos é esta a teoria de Roberts.
O encantador de cavalos parece ter vindo ao mundo com uma missão: provar que é possível domar cavalos sem usar força, e principalmente, violência. Ele tinha apenas sete anos quando percebeu o dom.
Roberts contou que seu pai era um grande domador de cavalos e muito violento com os animais e com o próprio filho. Ele começou a pensar que deveria haver um jeito melhor de fazer isso. Durante décadas ele apenas observou, até chegar a um método que ele apelidou de “join up” e que, no Brasil, foi chamado de “doma gentil” ou “racional”.
Segundo Roberts, antes de mais nada é preciso estar disposto a entender a linguagem dos cavalos.
– A orelha quer dizer ‘estou te dando atenção’. A língua e a mastigação significam ‘estou disposto a te conhecer’. Se a gente pode comer juntos, então podemos ser amigos. E o pequeno círculo que o animal faz significa ‘não quero ir para longe mais’ – explica o encantador de cavalos.
O próximo passo, segundo ele, é perceber como os cavalos reagem a nossa linguagem. Para dizer “vá embora”, basta olhar nos olhos do animal ou estar de ombros ou dedos abertos. Por outro lado, basta fechar os dedos e aproximar o braço do corpo para ele entender que pode parar, ou então virar o ombro para ele se aproximar.
Tudo isso acontece sem ser necessário encostar no animal. E Roberts lembra que é só depois de ter essa sintonia que se deve colocar cela e montar no cavalo. Tudo deve ser feito com calma e, principalmente, sem forçar o animal.
– A segunda coisa mais importante do treinamento é que você se divirta, pois a primeira coisa mais importante é que o cavalo se divirta – acrescenta o encantador.
As técnicas dele viraram objeto de estudo de diversos pesquisadores, já que ele transformou a doma de cavalos – antes, um processo que demorava meses, agora acontece em alguns instantes.
Mais do que objeto de estudo e inspiração, Monty Roberts e seu join up foram parar em Hollywood. Ele foi a inspiração para o filme O Encantador de Cavalos, sobre um talentoso treinador de cavalos contratado para ajudar na recuperação de uma adolescente e seu cavalo que sofreram um grave acidente.
O método já foi apresentado para a rainha da Inglaterra, virou tema de diversos livros e mais de dois milhões de pessoas já viram as apresentações de Roberts.
Além disso, os poucos brasileiros que fizeram curso com ele, contaram que aprenderam muito mais do que domar cavalos.

É PRECISO QUESTIONAR CONCEITOS

Porquinho faz curso de agility no Reino Unido

Louie, de nove meses, ganhou o direito de integrar uma equipe composta por outros 15 cachorros

Louie tem a mesma facilidade que os cães para aprender os exercícios do agility - Reprodução/ Daily MailLouie tem a mesma facilidade que os cães para aprender os exercícios do agility
Crédito: Reprodução/ Daily Mail
A vontade do porquinho Louie de interagir com seus amigos caninos fez com que o suíno aprendesse algo muito especial. A exemplo dos cães, ele passeia de coleira e até busca gravetos quando a sua dona pede. Como resultado de tamanho empenho ele conseguiu até mesmo o direito de integrar uma equipe de agility.
Segundo informações do jornal Daily Mail a responsável por treinar o porquinho de nove meses é Sue Williams, especialista em comportamento animal e técnica do time canino de agility de Cherish.
A profissional explicou à publicação que utiliza o reforço positivo para ensinar os truques ao suíno e que o enorme apetite do animal o auxilia a aprender rápido. “Ele adora biscoitos de gengibre, então, ele aprende rápido para ganhar mais petiscos”.
O porquinho passeia na coleira e cumpre as mesmas atividades que seus colegas caninos - Reprodução/ Daily MailO porquinho passeia na coleira e cumpre as mesmas atividades que seus colegas caninos
Crédito: Reprodução/ Daily Mail
Sue explicou ainda que a iniciativa de começar a praticar agility partiu do porquinho, que sempre ficava observando sua dona treinando seus sete cães de estimação. “Ele esteve sempre muito feliz de estar próximo dos cachorros”. Foi então que em um dos dias de treinamento a especialista estava tentanto fazer com que os cachorros passassem por um túnel, mas não obteve sucesso. No mesmo instante o esperto porquinho cumpriu a missão.
“Nesse momento eu pensei: ‘espera um minuto, os porcos parecem poder fazer um serviço melhor que os cães!’”. Desde então Louie foi integrado ao time e já participou de seis shows de talento. O maior sonho de sua treinadora é poder concorrer em breve com o animal em uma das competições de agility mais respeitadas do Reino Unido: o Crufts.